O estudo foi focado no aumento da capacidade de entrega, portanto a redução do lead time de entrega. Para tanto, com a inserção de melhorias ( exemplo, Kanban ), foi atingido objetivo.
De forma a visualizar a as atividades, pode-se chegar a conclusão de atividades simples, porém antes não vista, devido rotina de trabalho. É importante salientar que foi tomado ações simples, mas de forma alguma fáceis, pois foi envolvido toda cadeia produtiva, inclusive terceiros e fornecedores.
Sistemas Operacionais e de Produção
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Qual a diferença de MRPI e MRPII, quais vantagens e dificuldades? ( 1º Pergunta em sala de aula.)
- Diferença
O MRP I (Material Requirement Planning - Planejamento dos Recursos de Manufatura) Procura responder perguntas como following: when, Quanto comprar de CADA PRODUTO? When e Quanto Produzir de CADA PRODUTO? Ja o MRP II (Manufacturing Resource planejamento UO Planeamento dos Recursos de Produção) Busca respostas parágrafo: QUEM e Onde ira Produzir? Tenho material de parágrafo Produzir?Qual SERA O Seu Custo? entao, um Trata fazer estoque, das Compras de MATÉRIAS-primas e insumos e Outro, dos Recursos, Como Equipamentos, Operários.
- Vantagens
Instrumento de planejamento. Permite o planejamento de compras, como já visto, de contratações ou demissões de pessoal, necessidades de capital de giro, necessidades de equipamentos e demais insumos produtivos.
Simulação. Situações de diferentes cenários de demanda podem ser simuladas e ter seus efeitos analisados. É um excelente instrumento para a tomada de decisões gerenciais.
Custos. Como o MRP baseia-se na "explosão" dos produtos, levando ao conhecimento detalhado de todos os seus componentes, e, no caso do MRP II, de todos os demais insumos necessários à fabricação, fica fácil o cálculo detalhado voltado justamente para o custeio dos produtos.
Reduz a influência dos sistemas informais. Com a implantação do MRP, deixam de existir os sistemas informais, muitos usuais nas fábricas ainda hoje. Nesses sistemas a informação sobre um determinado produto por vezes fica armazenada "na cabeça de Fulano".
- Dificuldades
A maior dificuldade encontrada em uma implantação de processos ( incluindo MRP( I e II ), é a comportamento das pessoas. Resistência a mudança, zona de conforto, problemas com a cultura, etc, esses são os principais problemas relacionadas às pessoas na implantação de processos. Nem sempre estes problemas são ocasionadas propositalmente.
Além destas dificuldades, também existe os problemas com as Ferramentas, os tais CRMs, ERPs, entre outros. Cada área que é envolvida em um processo tem suas necessidades, suas próprias ferramentas, e a grande dificuldade é atender com a mesma ferramenta as necessidades de todas as áreas. Ou o processo tem que ser adaptado, ou são necessárias customizações na ferramenta que normalmente não são baratas.
O porte da empresa também é um dificultador, quanto maior ela for, mais difícil será a implantação de um processo. Quanto maior for a quantidade de pessoas envolvidas também será mais difícil.
A falta de estrutura organizacional pode também influenciar muito na implantação de processos, pois com isso existem muitas mudanças de diretrizes, de foco, de objetivos, de direcionamento. Isto reflete diretamente na implantação, havendo muitas mudanças dos processo, dificultando a efetivação dela. O sucesso da implantação de processos depende muito da direção da empresa. Demandam tempo, dinheiro, tempo de gerenciamento, e principalmente de apoio e cobranças.
É muito importante os processos serem implementados aos poucos, pois quanto maior for a mudança, maior será a dificuldade da implantação. Tudo faz parte de um progresso, que devem estar envolvidos a direção da empresa, a equipe de implantação e as equipes que irão executar os processos. Neste momento todos devem fazer parte de um único time, que tem como objetivo evoluir e melhorar os processos.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Os 5 passos da Teoria das Restrições
Os cinco passos da TOC e seus procedimentos
1) Identificar as restrições do sistema.
facilmente
identificadas, desde que a fábrica seja bem organizada, através da localização
de inventários de material em processo. Esses inventários poderão ser
localizados (concentrados) na fase anterior da restrição. Outra forma de identificar
as restrições, citada por Cogan (2007), é por meio da realização de cálculos da
carga que cada máquina suporta versus a carga que é solicitada para produção.
2) Decidir como explorar as restrições.
3) Subordinar os demais recursos.
decisões
relativas ao aproveitamento da restrição durante as operações diárias. Não se
pode deixar faltar material para a restrição trabalhar, pois assim ela pararia
e o desempenho do sistema seria afetado negativamente. Por outro lado, os recursos
não restritivos não devem trabalhar mais rápido que a restrição, pois não
estariam aumentando o nível de produção da linha. Estariam apenas aumentando o
nível do estoque em processo.
4) Elevar (Levantar) a restrição.
tempo de
parada de manutenção preventiva ou aumento do nível de habilidade do operário,
podem ser realizados para melhorar o desempenho do sistema.
5) Elevar a inércia do sistema.
deve-se
começar de novo.
A Teoria das Restrições: O que é?
Proposta pelo físico israelense Eliyahu Moshe Goldratt no livro A Meta, a chamada Teoria das Restrições (no inglês Theory of Constraints ou TOC) é uma filosofia de negócios que se baseia na existência de restrições ou gargalos. Um gargalo nada mais é do que um recurso dentro do sistema de produção cuja capacidade é menor ou igual à demanda alocada para esse recurso.
Em outras palavras, um gargalo é uma máquina ou processo de fabricação incapaz de atender a demanda que lhe é requisitada; uma máquina parada devido a algum defeito é temporariamente um gargalo, pois é incapaz de produzir qualquer coisa (sua capacidade é nula).
Esse conceito de restrições exige uma visão sistêmica da organização, isto é, enxergar o processo de produção como um fluxo contínuo, ao invés de segmentá-lo em diversas unidades independentes (Ex.: Montagem, Fabricação e Distribuição são etapas de um mesmo processo, e não unidades diferentes). Isso garante que todo o sistema esteja alinhado com uma única meta (no caso de empresas, a maior e mais simples metas de todas é ganhar dinheiro) e permite que os gargalos possam ser trabalhados para atingi-la mais facilmente.
A Teoria da Restrições: controlar os elos fracos da organização
A Teoria da Restrições: controlar os elos fracos da organização
Segundo a TOC, todos os sistemas de negócio sofrem uma limitação devido a pelo menos um desses gargalos, o que os impede de atingir as metas traçadas pela organização. Esse pensamento característico pode ser resumido na frase “Uma corrente é tão forte quanto seu elo mais fraco”; isso significa que haverá sempre um item na organização enfraquecido, o que prejudicará o desempenho da empresa. É papel do gestor, portanto, controlar na medida do possível os gargalos ou “elos fracos” da empresa garantindo com isso um melhor desempenho e eficácia.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Algumas vantagens de um Sistema MRP
Instrumento de planejamento.
Permite o planejamento de
compras, como já visto, de contratações ou demissões de pessoal, necessidades
de capital de giro, necessidades de equipamentos e demais insumos produtivos.
Simulação.
Situações de diferentes cenários de demanda podem
ser simuladas e ter seus efeitos analisados. É um excelente instrumento para a
tomada de decisões gerenciais.
Custos.
Como o MRP baseia-se na "explosão" dos
produtos, levando ao conhecimento detalhado de todos os seus componentes, e, no
caso do MRP II, de todos os demais insumos necessários à fabricação, fica fácil
o cálculo detalhado voltado justamente para o custeio dos produtos.
Reduz a influência dos sistemas informais.
Com a implantação
do MRP, deixam de existir os sistemas informais, muitos usuais nas fábricas
ainda hoje. Nesses sistemas a informação sobre um determinado produto por vezes
fica armazenada "na cabeça de Fulano".
Elementos de um Sistema MRP
Lista de material
É a parte mais difícil e trabalhosa do
projeto. Todos os produtos da linha de fabricação devem ser
"explodidos" em todos os seus componentes, subcomponentes e peças. Um
grande número de empresas, mesmo já atuando no mercado há anos, não dispõe de
relação de materiais. Algumas outras dispõem de duas, um para o pessoal de
custos e outra para a fabricação e compras. Outra dificuldade é manter
atualizada a lista de material, o que normalmente é uma atribuição da
engenharia. As constantes mudanças na tecnologia e nas exigências do mercado
tornam constantes tais alterações. Em muitos softwares hoje disponíveis no
mercado, essas alterações podem ser facilmente programadas, ficando por conta
do software efetuar as alterações nas datas previstas.
Controle de estoques
A informação sobre os estoques
disponíveis são essenciais para a operação de um sistema MRP. Como o número de
empresas que dispõem de sistemas computadorizados de controle de estoques é
maior que o das que dispõem de um MRP, os softwares mais usuais tratam as duas
coisas como módulos do sistema. Assim, tem-se um módulo de estoques e um outro
de MRP, que podem, evidentemente, ser integrados. Estoques de segurança devem
ser contemplados nos sistemas MRP, a fim de absorver eventuais ocorrências não
previstas, como greves, inundações, etc.
Plano mestre
O plano mestre retrata a demanda a ser
atendida, já depurada dos fatores externos. Isto é, aquilo que deve ser
efetivamente produzido. Por se tratar de uma previsão, contém as incertezas
inerentes ao futuro. Isto posto, o sistema MRP deve contemplar as
possibilidades de alteração nas demandas previstas. Aliás, existem sistemas que
trabalham em tempo real, ou seja, em resposta a qualquer alteração, seja na
demanda, seja no nível de estoques, decorrente, por exemplo, de um recebimento,
o sistema atualiza imediatamente todos os dados. Os mais comuns, entretanto,
fazem os cálculos periodicamente, em geral uma vez por dia.
Compras
Um dos produtos do MRP, como já mencionado, é uma
relação dos itens que devem ser comprados. A partir dessa listagem o
departamento de compras pode atuar. Com o advento das parcerias, é grande o
número de empresas que têm seus sistemas interligados, e os pedidos de
reabastecimento são feitos diretamente pelo computador. Trata-se do EDI
(Electronic Data Interchange) que atualmente está sendo substituido com
vantagens pela Extranet/Internet.
Conceito de MRPI e MPRII
MRP é a sigla de
material requirement planning, que pode ser traduzido por planejamento das
necessidades de materiais.
O MRP usa uma filosofia de planejamento. A ênfase está na
elaboração de um plano de suprimentos de materiais, seja interna ou
externamente. O MRP considera a fábrica de forma estática, praticamente
imutável.
Assim, o
MRP como hoje o conhecemos só se viabilizou com o advento do computador. O MRP
utiliza softwares cada vez mais sofisticados, alguns deles chegando a custar
mais de um milhão de dólares.
A lista de materiais ou BOM (bill of material), um
subproduto do MRP, é um software que irá processar todos os dados, consolidando
os itens comuns a vários produtos, verificando se há disponibilidade nos
estoques e, quando for o caso, emitindo lista de itens faltantes.
Os
softwares com maiores capacidades de processamento passaram a ser denominados
sistemas de manufacturing resources planning, que pode ser traduzido por
planejamento dos recursos de manufatura.
Como a sigla de manufacturing resources planning (MRP) é a
mesma de material requirement planning (MRP), convencionou-se chamar a primeira
de MRP II.
Hoje em
dia é cada vez maior o número de autores que chamam o MRP II de ERP, sigla de
Enterprise Resource Planning, ou seja, planejamento dos recursos da empresa.
Quando se trata de um software baseado em MRP II, é
fornecida uma quantidade bem maior de dados sobre o produto, como preço
unitário, fornecedores, processo de fabricação, equipamentos, roteiros de
fabricação e respectivos centros de custos, mão-de-obra utilizada por
categorias profissionais, ferramentas utilizadas e respectivo consumo,
alterações no BOM e datas a partir das quais entrarão em vigor, etc.
Assinar:
Comentários (Atom)
